Sejam Bem Vindos!!!!!

A todos que buscam conhecimento de uma maneira simples e descontraída




Muitas vezes achamos que tudo que sabemos, tudo que somos foi uma escolha nossa, sera?
Será que não apenas reproduzimos o que nossa sociedade é?
Será que realmente somos autônomos?


A história não é uma disciplina decorativa como muitos pensam, pelo contrário ela busca fazer com que as pessoas pensem, critiquem, reajam aos acontecimentos em sua volta, não como bonecos, marionetes, mas como seres consciêntes e capazes e mudar seu "destino".

PENSE, SINTA, VIVA HISTÓRIA

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Grécia Antiga (1º Ano)



Um dos povos que mais trouxe influências sobre a sociedade ocidental foram os povos clássicos, que nos deixaram como herança aspectos ligados a política, a sociedade e a cultura.

A REGIÃO
relevo montanhoso
A região onde os gregos vivam era conhecida como Hélade, daí os gregos se reconhecerem como helenos. Uma das maiores características da sociedade grega são as suas cidades, elas eram chamadaspolis, se caracterizavam como cidades-estados, ou seja, as cidades gregas mesmo tendo os mesmos aspectos culturais, eram independentes umas das outras, e muitas vezes guerreavam entre si, estas cidades possuíam a Acrópole e a Ágora. Mais porque elas eram assim? A resposta mais simples está ligada a geografia da Grécia antiga, seu território era todo recortado por montanhas e desfiladeiros, isso impedia as cidades de se unificar.




PERIODIZAÇÃO
  Período Pré-Homérico (Creto-Micênico): (Séc. XX a XII a.C.), Período de povoamento da Grécia antiga.
  Período Homérico: (1100 e 800 a.C.), período que teriam sido criados os poemas Ilíada e Odisséia, atribuídos ao poeta Homero.
  Período Arcaico: (800 a 500 a.C.) caracterizado pela formação da cidade-estado grega, a pólis.
  Período Clássico: (entre V e IV a.C.) período no qual as cidades gregas atingiram seu apogeu cultural, e consolidando a cidade-estado como forma de organização política.
  Período Helenístico: (336 a 146 a.C.) decadência da pólis grega, caíram sob domínio macedônico e posteriormente romano.

PERÍODO PRÉ-HOMÉRICO: MAIS COMO SE DEU A FORMAÇÃO DA GRÉCIA ANTIGA?
A população da Grécia foi formada pela junção de quatro povos: Aqueus, jônios, eólios e dóricos. A mistura desses povos não se deu de forma pacífica, sendo a mistura gerada por guerra, ou seja, um povo ia chegando, conquistando o que já estava e ficando no lugar.

CURIOSIDADE: Os primeiros povos a chegar foram os Aqueus, que dominaram os povos que já existiam na região, os cretenses, essa guerra criou a lendária guerra de Tróia. Após vieram os dóricos, que sendo mais bem armados dominaram toda a região, causando a fuga das cidades, no que ficou conhecido como “Primeira Diáspora Grega”, essa invasão gerou um fenômeno chamado de “período obscuro” ou “idade das trevas gregas”, pois os povos retrocederam em muitos aspectos, por exemplo, deixaram de usar o alfabeto.


PERÍODO HOMÉRICO: Formação das bases da sociedade grega.
O que se conhece sobre esse período está ligado aos poemas Ilíada e Odisseia, que são atribuídos ao poeta Homero. Nesse período a sociedade se caracterizou pela genos, que eram agrupamentos familiares, ou seja, um grupo de pessoas que acreditava pertencer à mesma família, terem o mesmo antepassado. Esse grupo era dominado pelo pater famílias, que em tradução significa o pai da família, que possuía poderes políticos e religiosos, assim ele era ao mesmo tempo uma espécie de prefeito e ao mesmo tempo padre, esse tipo de sistema também é chamado de sistema gentílico, ou seja, se baseava na gentileza entre os integrantes do grupo.
Com um tempo esse tipo de sistema caiu, sobretudo pelo aumento na quantidade de pessoas, onde as terras não conseguiam mais suprir as necessidades do povo, assim começou a surgir a divisão da sociedade, sendo que os familiares do líder, os eupátridas (bem-nascidos), ficavam com as melhores terras.

PERÍODO ARCAICO: FORMAÇÃO DAS CIDADE-ESTADOS.

A cidade-estado eram independentes umas das outras, sendo que na maioria das vezes guerreavam entre si. Em geral as cidades eram dominadas pelos eupátridas, ao longo dos anos a crise entre os mais ricos, que possuíam todos os direitos, e os mais pobres, que não possuíam nenhum direito, aumentou. Para solucionar tal problema os eupátridas promoveram uma colonização das terras na região do Mar Negro e Mediterrâneo, tal processos ficou conhecido como Segunda Diáspora Grega.


ESPARTA 

ruínas de Esparta
Esparta encontra-se numa região de terras apropriadas para o cultivo da vinha e da oliveira. Na Antiguidade era uma cidade de caráter militarista e oligárquico, nunca tendo desenvolvido uma área urbana importante. O governo de Esparta tinha como um de seus principais objetivos fazer de seus cidadãos modelos de soldados, bem treinados fisicamente, corajosos e obedientes às leis e às autoridades. Em Esparta os homens eram na sua maioria soldados e foram responsáveis pelo avanço das técnicas militares, melhorando e desenvolvendo um treino, organização e disciplina intensivos e nunca vistos até então.

CURIOSIDADE: Por ter condições favoráveis à agricultura, não estimularam a atividade comercial, fazendo com que os espartanos não se voltassem imediatamente a colonização.

COMO ERA A EDUCAÇÃO EM ESPARTA?

A educação espartana, que recebia o nome técnico de agogê, apresentava as particularidades de estar concentrada nas mãos do Estado e de ser uma responsabilidade obrigatória do governo. Estava orientada para a intervenção na guerra e a manutenção da segurança da cidade, sendo particularmente valorizada a preparação física que visava fazer dos jovens bons soldados e incutir um sentimento
Batalha das Thermopilas
patriótico. Nesse treinamento educacional eram muito importantes os treinamentos físicos, como salto, corrida, natação, lançamento de disco e dardo.

COMO ERA A SOCIEDADE?

A sociedade espartana era fortemente estratificada, sem qualquer possibilidade de mobilidade entre os três grupos existentes: os Esparciatas, os Periecos e os Hilotas.
Os Esparciatas eram os únicos com direitos políticos, filhos de mães e pais espartanos. Já os Periecos eram formados por pessoas livres mais sem direitos políticos. Por último temos os hilotas que eram os escravos.

CURIOSIDADE: As mulheres espartanas eram as que mais possuíam direitos, em comparação com as outras cidades, podendo inclusive administrar as finanças da família.

ATHENAS

Situada na região da Ática, sul da Grécia, tinha o porto de Pireu um centro irradiador para expansão. Cercada por montanhas, foi poupada das invasões dóricas e da dominação imposta por um único povo indo-europeu.
Durante muito tempo, foi governada por monarcas, até que o último basileu foi derrubado pela aristocracia, que estabeleceu um regime oligárquico. Tal regime se fundava no arcontado, órgão de poder formado por indivíduos com mandatos anuais.
De todas as cidades foi a que mais influenciou a sociedade moderna, lançando as bases da política e democracia.

COMO ERA A SOCIEDADE?

Era dividida entre:
Cidadãos(Eupátridas ) - A este grupo pertenciam os homens residentes em Atenas e filhos de pais ateníenses, com 18 anos (ou mais), serviço militar cumprido e com alguma riqueza. Metecos (estrangeiros) - sem privilégios políticos. Podiam, entretanto, exercer atividades sociais e intelectuais. Gordoi ou georgoi – pequenos proprietários. Demiurgos- Grandes comerciantes. Escravos - Muitos deles ocuparam posição de destaque na educação do jovem ateniense e nas realizações intelectuais. 

ASPECTOS POLÍTICOS

TENSÃO SOCIAL

-          A expansão pelo mediterrâneo provocou profundas alterações na estrutura econômica e social ateniense.
-          Visando superar esse quadro surgem vários legisladores com propostas para atenuar essa situação. Os mais importantes foram:
DRÁCON: Criação de um rigoroso código de leis, para obter um controle maior do Estado (Repressão), como por exemplo o crime passa a ser julgado pelo Estado e as manifestações sociais são reprimidas. Além,  de severo o Código de Drácon manteve os privilégios sociais e políticos já existentes.
SÓLON: Acabou com a escravidão por dívida (hectomoro); As mudanças de Sólon favoreceram os demiurgos que passaram a exigir alterações políticas e sociais, pois os critérios de riqueza passaram a determinar riqueza favorecendo os demiurgos; As reformas de Sólon prejudicaram a aristocracia, que perderam parte de seus privilégios, e o povo que esperava reformas mais profundas.
-          As reformas de Sólon não agradaram a elite eupátrida, o que intensificou a crise, culminando com o advento das tiranias, que tinha no apoio popular sua base de sustentação. Psistrato, Hiparcos , Hípias.
-          Em 510 a.C. Clístenes  (pai da democracia) liderou uma rebelião contra o último tirano, derrubando-o e iniciando reformas que culminariam na implantação da democracia e na pacificação da polis. ( uso do ostracismo; as reformas de Clístenes encerraram o período arcaico ateniense e deram início ao período clássico).
-          A democracia era considerada pelos gregos como um regime político perfeito, na medida que todo cidadão poderia participar da Eclésia. 

CURIOSIDADE: Apesar de terem inventado a democracia, a democracia ateniense era diferente da atual, pois somente podiam participar os homens, livres e maiores de 18 anos, excluídos todos os demais.

PERÍODO CLÁSSICO: Ao mesmo tempo que será o período de auge da Grécia, será também seu fim.
Como demonstração do poder das cidades gregas teremos sua vitória sobre o poderoso exército persa nas guerras conhecidas como médicas, uma guerra criada pela rivalidade econômica entre esses dois povos. Já o fim dos gregos vai ser consequência justamente de sua vitória contra os persas, pois para defender a região de futuras batalhas se criou a Liga de Delos, que era uma espécie de associação de cidades-estados, o problema é que Athenas se aproveitou para enriquecer, gerando atrito com outras cidades, sobretudo Esparta, que para enfrentar a rival findou a Liga do Peloponeso, que era outra associação. Tal situação gerou uma grande guerra que enfraqueceu os gregos, facilitando sua conquista pelos Macedônios.

PERÍODO HELENÍSTICO: Os gregos serão conquistados mais sua cultura irá influenciar seus conquistadores e o mundo.
O grande feito das conquistas de Alexandre, rei da Macedônia foi a propagação da cultura grega, mas tendo como diferença a grande dosagem de caracteres orientais- helenismo. Tendo como principais centros Alexandria (no Egito), Pérgamo (Ásia maior) e a ilha de Rodes no mar Egeu.
A cultura helenística caracterizou-se por apresentar uma arte mais realista, exprimindo violência e dor, componentes constantes nos novos tempos de guerra. Na arquitetura predominou o luxo e a grandiosidade. Na escultura, turbulência e agitação eram traços significativos.

O helenismo originou ainda novas correntes filosóficas, tais como:
ESTOICISMO: Defendendo a felicidade como elemento de equilíbrio interno, o que ajudava o homem a aceitar, com serenidade, a dor e o prazer, a aventura e o infortúnio.
EPICURISMO: Pregava a obtenção do prazer, base da felicidade humana, e defendia o alheamento dos aspectos negativos da vida.
CETICISMO: Caracterizava-se, essencialmente, pelo negativismo e defendia que a felicidade consiste em não julgar coisa alguma.
O helenismo ainda acrescentou à cultura grega o despotismo, segundo o qual a autoridade do governante era indispensável e inquestionável.
 Com a morte de Alexandre e o esfacelamento de seu império a Grécia fora dominada pelos romanos.  
 
CULTURA DA GRÉCIA ANTIGA

Os gregos tinham conflitos e diferenças entre si, mas muitos elementos culturais em comum. Falavam a mesma língua (apesar dos diferentes dialetos e sotaques) e tinham religião comum, que se manifestava na crença nos mesmos deuses. Em função disso, reconheciam-se como helenos (gregos) e chamavam de bárbaros os estrangeiros que não falavam sua língua e não tinham seus costumes, ou seja, os povos que não pertenciam ao mundo grego (Hélade). Sua religião era políteísta e antropomorfica, ou seja, muito deuses, e tais deuses possuíam características humanas, na verdade só se diferenciavam dos humanos por serem imortais.





quarta-feira, 15 de julho de 2015

Revolução Russa- 1917 (3º Ano)



A Revolução Russa de 1917 foi um dos principais acontecimentos do século XX. Acontecimento esse que irrompeu durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), apesar de seus antecedentes remeterem ao ano de 1905, em que o correu a primeira tentativa revolucionária, que teve como estopim o episódio marcante conhecido como Domingo Sangrento.
O principal aspecto da Revolução Russa é ela ter sido orientada pela doutrina comunista, desenvolvida pelo filósofo alemão Karl Marx no século XIX – com a ressalva de que tal doutrina foi complementada e acrescida de um plano estratégico por aquele que se tornou o mais importante líder da revolução: Lenin.

Rússia Czarista

Às vésperas da revolução a Rússia era governada pelo czar, que usava de poder absolutista para
Nicolau II o último czar
governar o império. A sociedade era marcada por uma profunda desigualdade e desrespeito, sendo que a maioria da população do império era formada por pessoas de outras nacionalidades. Como a economia era baseada na agricultura (muito atrasada por sinal!), a maior parte da população ficava no campo, sendo que suas vidas se baseavam na luta pela sobrevivência e exploração de forma servil e feudal por parte das elites locais.
Aos poucos o país vai se industrializando, graças a abertura para o capital estrangeiro, no entanto a situação da população não melhorava em nada, por exemplo, a maioria era analfabeta, continuando a situação de exploração e desigualdades, onde se antes eram maltratados pelas elites russas, agora seriam também pelas indústrias estrangeiras, em resumo, se a situação era ruim, cada vez mais ficava pior!
Essa situação fez com que os operários se organizassem e entrassem constantemente em conflito com o czar, além de criar oportunidade para o pensamento marxista.

Preparação política

A divulgação dos pensamentos marxistas possibilitou a formação de vários grupos, dentre eles, o primeiro partido político de caráter marxista do país, o POSDR, o partido operário socialdemocrata russo. Entretanto esse partido político tinha entre seus adeptos algumas diferenças, o que resultou em sua divisão entre mencheviques e bolcheviques. Os mencheviques (minoria) defendia a ideia de haver antes da revolução socialista, deveria haver uma revolução burguesa que viesse gerar desenvolvimento no país. Já os bolcheviques (maioria) defendia a ideia de uma revolução proletária, ou seja, do trabalhador.

A Guerra Russo-Japonesa

Entre 194 e 1905 a Rússia entre em um conflito com o Japão, essa guerra foi motivada pelo desejo dos dois países ampliarem seus territórios, no entanto, a Rússia acabou saindo perdedora. Os custos com esse conflito foram muito altos, fazendo com que a situação de pobreza do país aumentasse, isso acabou gerando um clima de insatisfação população contra o czar.


O ensaio da revolução (1905)

Em 1904 um grupo de trabalhadores reivindicou melhores condições de trabalho junto com seus patrões, em consequência foram demitidos, assim os demais em solidariedade organizaram um conjunto de manifestações públicas pela melhoria na vida dos trabalhadores de todo o império, organizaram uma passeata até o palácio de inverno do czar para fazer tais pedidos, no entanto, ao chegar foram recebidos a bala, sendo que com isso muito morreram, tal acontecimento ficou conhecido como domingo sangrento.
domingo sangrento
Como consequência desse acontecimento ocorreram várias manifestações por toda a Rússia, fazendo surgir os sovietes (que eram assembleia de caráter popular, não contanto com incentivo do governo). A repressão por parte do governo veio de forma cruel e violenta, gerando um saldo de muitos mortos.
Para evitar novos conflitos o czar prometeu realizar um conjunto de reformas para melhorar a vida do povo, entretanto com o tempo, as poucas reformas realizadas pelo czar foram canceladas, fazendo surgir novamente um clima de tensão e conflito entre o governo e o povo.


O fim do regime czarista

O fim do regime czarista, ou seja, a derrubada do poder do imperador, deve ser associado com um acontecimento muito importante, a I Guerra Mundial. Esse conflito acabou por adiantar o processo revolucionário, já que lançou o país em um período de dívidas e ampliação da situação de exploração e pobreza que a população passava.
Ou seja, enquanto o país participava de a guerra a insatisfação popular aumentava, gerando um sentimento anti-governo, assim explodiu um conjunto de manifestações operárias clamando por mudanças, resultando no que ficou conhecida como revolução de fevereiro.


A revolução

Logo no início, quem governou foi o partido menchevique, sendo que seu governo teve que ser
Rússia na I Guerra
divido com o soviete de Petrogrado (o maior e principal do país), tal situação gerou o que ficou conhecido como dualidade de poderes, onde se tinha um governo burguês ao lado de um governo proletariado.
Tal situação, ambos defendiam seus interesses, gerou um conflito entre o governo provisório e o soviete. O governo provisório, formado por mencheviques, aproveitou esse conflito e mandou prender vários líderes bolcheviques, o principal deles, Lênin, para não ser preso fugiu.


Uma revolução dentro da revolução

Os atos do governo provisório fizeram foi aumentar as manifestações contra seu governo, assim os bolcheviques aproveitaram para se fortificar. Com as palavras “pão, paz e terra”, e sobre a liderança de Lênin, que tinha voltado, o partido bolchevique conseguiu assumir o poder.

CURIOSIDADE: o lema “pão, paz e terra” representava, comida para o povo faminto, distribuição de terra, já que o pais vivida da agricultura, e a saída da Rússia da I Guerra Mundial.

Ao assumir o poder Lênir assinou com a Alemanha um tratado de não agressão denominado de tratado de Brest-Litovsk, mais o preço para sair da guerra fora muito alto, sendo que a Rússia teve que abrir mão de muitos de seus territórios.
Depois de perderem o poder para os bolcheviques, os mencheviques se aliaram a um exército contrarrevolucionário, que tinha como objetivo retirar os bolcheviques do poder, tal exército ficou conhecido como “Exército Branco”. Para derrotar tais inimigos o governo bolchevique lançou o que ficou conhecido como comunismo de guerra, que consistia em direcionar tudo que era produzido para a guerra, o governo venceu, mais tal política gerou a morte de muitas pessoas, sobretudo por fome.
Para consertar os estrados do comunismo de guerra foi criado posteriormente o NEP- Nova política econômica, que na verdade misturava características capitalistas com socialistas, no dizer de Lênin, era “um passo para traz para dar dois passos para frente”.

E depois?
Após a morte de Lênin irá haver uma disputa pelo poder por Trotsky e Stalin. O primeiro dizia que a
Stalin, Lênin e Trotsky
revolução só estaria completa quando do mundo aderisse ao socialismo, já o segundo, dizia que a revolução já havia terminado. Essa disputa terminou com Stalin no poder e Trotsky sendo expulso do partido e do país, sendo posteriormente morto a mando de Stalin.

Dúvidas

Se você tem dúvidas referentes a acontecimentos históricos, ficarei feliz em ajudar!!